30.11.14

27.11.14

Current State of Mind

Vim passar o fim de semana a casa. Sem aulas à Sexta e com umas trocas de aulas, consegui vir hoje. Já cá não vinha há um mês.
Decidi dedicar a noite à leitura de blogues, coisa que já não faço há algum tempo e que devia fazer mais frequentemente, para evitar acumular 300 e tal posts. Depois custa ler tudo de seguida...
Enfim.
Ainda não li tudo, devo ir a metade, mas um dos temas recorrentes tem sido o amor.

Eu já estou solteiro à uma data de meses, não que os ande a contar. Tem alturas em que me sinto sozinho, carente. É nestas alturas em que penso que era preferível não ter amigos, porque aí sim: a sensação de solidão era justificada. Pensamentos parvos, eu sei. Mas há outras alturas em que eu não me importo, já estou habituado a estar sozinho. Vão acontecendo algumas coisas físicas e nada mais e eu consigo viver assim... Vivo assim até ao dia em que tenho falta de algo mais profundo do que uma ligação puramente física com alguém.

(Um aparte: tenho andado afastado do blog por preguiça e porque aquilo que gostava de falar parece-me íntimo de mais para eu escrever aqui, quando há pessoas conhecidas a ler isto. O anonimato é uma coisa fantástica... Isto vê-se pela minha relutância em dizer que tenho tido one night stands... Oh well... Mas por acaso, nos últimos meses tem sido mentira. Tenho um amigo colorido, mas eu queria que fosse ainda mais colorido, daí o post. E vou ficar-me por aqui.) 

Li um post sobre o primeiro amor. Quando o perdemos, sentimos que nunca mais vamos voltar a amar da mesma maneira (e não vamos), mas mais do que isso, sentimos que nunca mais vamos encontrar alguém. Bem sei que a culpa foi minha, contudo não posso deixar de me sentir assim (tendo a agravante de que eu dei cabo daquilo tudo). E esse é um dos meus medos. Por um lado, sinto que estou a desperdiçar estes anos (não que seja culpa minha), por outro lado, tenho medo de acabar sozinho... Este mundo (gay, entenda-se) é uma cena muito complicada. E se houve algo que aprendi este ano é que não se pode confiar em ninguém. I mean, a quantidade de gente que já meteu conversa comigo a querer sexo e que tinha namorado... Outro dos meus medos: não conseguir voltar a confiar plenamente em ninguém, para uma relação. É triste. Eu sou triste.

That was it, I guess.

15.11.14

Intersetellar

Só passei para vos dizer que o Interstellar é um filme com conteúdo. Muito conteúdo. Livrem-se de afazeres por 3 horas e vão ganhar uma experiência cinematográfica brilhante. Ficção científica no seu melhor. Nolan no seu melhor.

6.11.14

Por agora, sinto que tenho o semestre sob controlo, mas sinto que eu é que estou a perder o controlo. Pronto, vá, não sejamos dramáticos, só estou num daqueles dias em que quero estudar, sei que tenho de estudar, mas não consigo levar-me a agir... E sinto-me cansado.

2.11.14

Longe de casa

A parte mais difícil de estudar numa universidade que fica longe de casa é ter que faltar àquelas reuniões familiares que acontecem todos os anos, uma espécie de tradição sagrada que se cumpre religiosamente todos anos.
Engraçado como era um sacrifício ter que ir, em anos anteriores, e agora dou por mim a ter saudades disso...