27.7.14

Estávamos a falar de valas comuns e uma menina pergunta o que é.
Eu expliquei: é uma vala, onde põem os mortos ao monte. Geralmente fazem-no quando acontece uma tragédia...
O senhor que estava a contar a história (qualquer coisa na Bósnia) disse: Não, neste caso foi por causa da guerra...

Como se a guerra não fosse uma tragédia...

22.7.14

O que é que tu queres? - pergunta o meu cérebro ao meu coração. Mas o meu coração não responde porque não tem ouvidos, nem boca, só que o meu cérebro também não tem boca para comunicar desta maneira com os outros órgãos do corpo e nem tem ouvidos para ouvir uma eventual resposta por parte do meu coração.
Assim, tudo isto não passa de um monólogo dentro da minha cabeça, eu pergunto e ninguém responde, porque não há respostas.

16.7.14


"We don't all like and dislike the same things... Well, except for penis" 
Concordam? HAHA

14.7.14

Venho para a terrinha e toda a gente me chama lisboeta. Não sei porque é que isso me irrita, mas irrita.

Cenas e isso

Já estou em casa... Não sei se hei-de estar contente ou se hei-de chorar. Talvez chore, porque isto é no fim do mundo e a minha vizinha está a fazer obras, portanto, é batuque todo o dia! Ainda se algum dos homens das obras fosse jeitoso, mas não, cá não há disso, é só em filmes americanos. É pena.
Estava a gostar destes últimos dias em Lisboa, ficava até tarde a ler e a ouvir The Smiths, acordava tarde e fazia o que me desse na cabeça.
Enfim... Agora não me posso deitar muito tarde, porque sei que ao meio dia tenho de estar na mesa. Ugh, odeio almoçar ao meio dia! Para almoçar ao meio dia, tenho que acordar às 10, para ter tempo de tomar um pequeno almoço decente e depois ganhar fome para o almoço. Mas a hora de almoço do meu pai é ao meio dia e por isso almoçamos todos juntos, claro.
Vou começar a alimentar-me melhor aqui: mais peixe, mais legumes, mais sopa... Refeições a horas decentes e se saltar é só o pequeno almoço, que é menos mal do que saltar almoço, lanche e jantar e comer a horas indecentes. Vou tentar fazer mais exercício físico, que sinto que ando a ficar sem ritmo e isso é mau, quer dizer, o sexo é um bom exercício, mas não se exercita tudo!...
Peso 57kg. Tenho andado a emagrecer. Mas nem é por comer mal, porque em Janeiro/Fevereiro, passei dos 63kg para os 59kg e agora para os 57kg... E naquela altura até comia bem.

Mas fico contente por não ter que me preocupar em cozinhar e isso, o que já é bom, porque eu sou péssimo... Vá, não exageremos, desenrasco-me mais ou menos se for preciso, mas não vou ser nenhum chef.
O problema é que esta região é super quente e seca, portanto, a produtividade durante o dia deve baixar imenso... Talvez aproveite para ver uns filmes e por em dia algumas séries. E ler, ler muito!

A propósito de ler, preciso de prateleiras novas no meu quarto, que devo ter trazido uns 20 livros (sem exagero) de Lisboa e já não tenho sítio onde os pôr. Mas gosto tanto!

Até à próxima.

P.S: Convidaram-me para ir passar uns dias à Ericeira em Agosto. Acho que vou. Quero praia! Mas também quero Algarve! :(

Ainda sobre a minha alimentação

Ontem comi uma taça de chocapic à uma da tarde e depois um balde de pipocas e meio litro de ice tea às 7 da tarde, ali no CinemaCity do Campo Pequeno, que fui fazer uma sessão dupla (A Culpa É Das Estrelas e Maléfica) sozinho.
Às duas da manhã estava a comer bacalhau com natas...

13.7.14

A Culpa É Das Estrelas

Sinto-me que nem uma pré-adolescente a suspirar ao ver um romance lindo. Mas a verdade é que gosto mesmo desta história!
Ontem fui ver o filme e depois comprei o livro. Já o tinha lido, mas quis relê-lo, pelo que passei grande parte da noite a ler. Queria acabá-lo, mas não consegui
Agora, cheguei à parte onde ele diz à Hazel Grace:
Seria um privilégio ter o meu coração partido por ti
Que é só uma das melhores declarações de amor de sempre e me pôs o olhos húmidos! 
Não gostei tanto do filme, como gostei do livro, porque o livro é muito mais que o romance deles, contudo, chorei também ao ver o filme!
Estou a tornar-me demasiado sentimental...

P.S: Tenho que comprar a versão em inglês e voltar a ler o livro.

11.7.14

Optimus Alive

Senti-me que nem fiambre no meio de uma sandes, estive cerca de 8 horas em pé, com pouca água e pouco espaço, mas, apesar de tudo, valeu a pena e foi fantástico!
Vi todos os concertos do Palco NOS, mas aqueles que me interessavam era o concerto dos The Lumineers e dos Imagine Dragons (e dos Arctic Monkeys).
Adorei os Lumineers e ainda mais o vocalista deles, que passa a ser, a partir deste momento, o meu tipo de homem! E ontem estava com uma barba muito maior, mas com aquele chapéu. Enfim... 
Mas o momento mais fantástico foi aquele em que o Wesley (este menino aqui ao lado, o vocalista dos Lumineers) pediu para todos baixarem os telemóveis e apreciarem o momento. Isto foi durante o "Ho, hey". Achei muito bem! As pessoas parecem mais preocupadas em gravar os concertos, do que propriamente apreciá-los no momento e eu acho isso parvo, para além de que as câmaras no ar, reduzem o campo de visão para o palco... 
Outra coisa parva, é as pessoas sentarem-se no meio da multidão, entre os concertos. Mas querem morrer espezinhadas ou quê? Juro que não sei o que deu a certas pessoas para se sentarem, quer dizer, sei, cansaço, a questão é que aquilo podia ter corrido mal! 
Oh well...
Imagine Dragons partiram aquela merda toda! Foi do melhor! Li um artigo do público a dizer que eles não eram nada de novo nem original e que nem se percebia como é que tinham sucesso... As críticas dos jornais portugueses irritam-me, porque parece que nunca nada está bem, que tudo é medíocre e péssimo. 
Mas falava dos Imagine Dragons. Eles são fantásticos em palco e existe muita dinâmica entre eles e o público, o que dificultou a tarefa para os outros que vieram a seguir: Interpol.
Não conhecia nada da banda, portanto, não estava muito interessado no concerto deles, bem como a maior parte do pessoal que ali estava, pelo que eu conseguia ver e ouvir. O que a maioria queria eram os cabeças de cartaz: Arctic Monkeys! No entanto, deram um bom concerto.
Foi penosa a espera pelos Arctic. O meu grupo de 4 ficou reduzido a 2, quando duas das minhas amigas foram embora durante o concerto dos Interpol, porque a sede e a vontade de recuperar o espaço pessoal era maior, do que estar ali à frente a ver Arctic Monkeys. Tive vontade de fazer o mesmo, porque só conheci Arctic este ano e só ia ouvindo com frequência o AM (último album), mas não queria deixar a minha outra amiga ali sozinha no meio da multidão, ela, que é super fã deles e já sabia que iam começar com Do I Wanna Know e que iam ter encore onde iam tocar 3 músicas de seguida. Gostei do concerto, embora a interacção com o público não fosse tão grande. Não conhecia algumas músicas, mas diverti-me na mesma. Para mim, o melhor momento foi quando cantaram a 505, que é uma música de outro album e que ninguém estava à espera que cantassem, porque é a minha música favorita deles!
Fiquei com uma voz diferente e super sexy, com uma bolha no dedo mindinho do pé direito e com uma dor de pés e pernas que nem vos passa pela cabeça, mas hoje, se pudesse, repetia a dose! 
Para o ano, se o cartaz for tão apelativo para mim como este ano, quero ir os 3 dias!

P.S: Os gays andaram por lá. Isto é, havia lá uma bandeira arco-íris a certa altura. 

10.7.14

Hoje é dia de...

Optimus Alive!

E de rever os amigos da minha cidade, que não via desde Fevereiro!

8.7.14

Estou de dieta... mas não.

Derivado da preguiça e do facto de estar em Lisboa sem ninguém que controle, hoje comi super mal!

Pequeno almoço às 12.40: chocapic com leite
Almoço: não houve
Lanche às 17: dois hamburgers da europoupança do McDonalds
Jantar às 22.10: Sopa, pão com manteiga e um copo de compal de frutos vermelhos.

6.7.14

O sítio onde se janta é importante

O mesmo rapaz deste post onvidou-me para ir jantar. Perguntou-me de que é que eu gostava e respondi-lhe que gostava de italiano, indiano (mas sem o picante) e essas coisas... E aconselhei aquele restaurante indiano na Avenida Brasil.
Depois de muita hesitação e muito enrolanço lá disse a fatídica frase: estava a pensar levar-te à Portugalia.
Não fomos jantar.

5.7.14

O  meu padrinho pergunta-me:
Queres pipis?
Ia-lhe responder:
Sim, porque os gays adoram isso! 
Mas só lhe disse que não.

Saber falar é importante

Conheci um rapazinho que estava constantemente a dizer fizestes, dissestes, comestes... Aquilo irritava-me de tal maneira, que deixei de falar com o moço.

3.7.14

Update

Decidi desistir, mesmo.
A quantidade de coisas que tinha que decorar até sexta feira era estupidamente grande e eu odeio decorar! Sim, eu sei que já devia ter começado a estudar, mas desleixei-me, tomei decisões erradas e assumo isso, mas acho que agora estou a fazer o mais correcto, até porque, mesmo que fosse fazer o exame eu sabia que não ia passar. E se, por algum milagre, conseguisse ter 9.5, ia ser uma nota de merda e depois talvez fosse repetir e ia perder mais tempo...
Portanto, decidi que vou fazer a cadeira no próximo ano, mesmo sabendo que tenho 6 cadeiras e que ainda não sei se passo a duas cadeiras este semestre.
Já falei com os meus pais sobre isto. Eles disseram que eu devia tentar, que depois logo se via... Mas eu estou cansado, ia estar a matar-me para nada. Eu sei que não consigo! Já disse isto no post anterior: há que saber reconhecer quando não conseguimos fazer algo e eu não consigo fazer isto agora!
Tive uma discussão com o meu pai...
Eu não gosto muito de falar com ele, porque a conversa anda sempre em torno do mesmo, não evolui e isso irrita-me. Disse-lhe que não tinha estudado, que me tinha desleixado este semestre e sempre que eu dizia que não valia a pena ir ao exame, a conversa que se desenrolava era a seguinte:
-Então porquê?
-Porque não sei nada!
-Não estudaste?
-... [exasperação]
Irrita-me andar sempre em círculos e por isso comecei a mostrar irritação e impaciência. Ainda mais quando ele disse que a conversa ficava por ali, que "eu já estou a ver que não dá para falar contigo". É só a pior coisa que me podem dizer! Mas no final disse que eu fazia como entendesse, mas que no próximo ano não tinha desculpa nenhuma, porque este ano tinha servido para eu aprender.

Esta situação levou-me a pensar num amigo meu que mora aqui ao lado, do meu curso e que passou a uma cadeira este semestre e que vai chumbar o ano porque não fez o mínimo de cadeiras para que pudesse passar. Não sei como reagiram os pais dele ao facto de ter chumbado a tanta coisa, mas ele não pareceu mudar o comportamento no segundo semestre. Mas eu tentei! Eu estudei muito mais neste semestre do que no anterior, mas algo correu mal e eu vi-me, de repente, nesta situação desesperante! Sei que tenho que me esforçar ainda mais, mas com o tempo irei lá chegar...
De qualquer maneira, o que queria dizer é que houve imenso drama com isto! Já por ter chumbado a uma cadeira no primeiro semestre e por deixar outra agora... É como se os tivesse habituado a ter notas mais ou menos boas e agora estivesse a descer e eles não gostassem. Se ao menos eu tivesse tido sempre notas de merda, eles não iriam reclamar tanto. Não, é mentira e eu não era capaz de fazer isso...

Sinto-me inseguro quanto a isto, mas acho que é o melhor a fazer... Apetece-me adormecer e não voltar a acordar, porque eu adoro quando estou a sonhar... O mundo na minha cabeça é muito melhor que o mundo fora dela.

2.7.14

Near the end

Porque é que não me deixam desistir já?
Uma coisa é ter uma atitude pessimista de que nunca se é capaz de nada, outra, completamente diferente, é conhecer os nossos limites.
Estou cansado, foi um mês esgotante por minha culpa, que me desleixei ao longo do semestre, pelo que sei que não vou conseguir, de hoje até sexta às 9 da manhã, decorar tudo aquilo que tenho que decorar para conseguir passar no exame. Não dá, até porque eu nem gosto de decorar.
Sim, se chumbar este ano, terei de repetir no próximo ano, em que vou ter 6 cadeiras no segundo semestre. Então, porque não fazer um último esforço, abandonar a atitude derrotista e deitar mãos ao trabalho? Porque estou cansado, muito cansado.

1.7.14

Namorado, vê lá se conheces o rapaz que canta!

É a minha mãe

Adoro o facto de a minha mãe conseguir perceber quando eu estou mais em baixo, só por me ouvir ao telefone. Adoro, mas confesso que me assusta um pouco (tenho um problema em falar dos meus sentimentos com outras pessoas...).
E adoro também o facto de ela me encorajar a não desistir e que já falta pouco para chegar ao fim, o próximo ano é outro ano e os erros que cometi neste não os posso cometer no outro, mas, para o bem ou para o mal, ela estará lá.
Era tudo o que precisava de ouvir hoje.