27.2.14

Too Much Information - Hábitos de leitura

Pegando na sugestão dos Coelhos:

1. Descreve o teu lugar favorito para leres um bom livro.
Não tenho assim um lugar favorito. Desde que não enjoe, leio em quase todo o lado. Contudo, gosto de ler na cama, no sofá enrolado a uma manta...

2. O que lês enquanto estás na sanita?
Nada. Quando muito, algumas sms. Quando estou na sanita é para pensar na vida.

3. Lês enquanto tomas banho?
Não. Para além de tomar banho poucas vezes no ano (tipo, uma vez, porque poupo água e tomo duche), quando o faço é mais para relaxar. Geralmente, acontece quando vou apanhar a azeitona. Não estou com cabeça para isso.

4. Se possível, lês no ginásio?
Não frequento o ginásio.

5. Lês algum jornal ou revistas?
Sim. Não todas as semanas, mas sempre que o tema de capa me é apelativo, compro a Sábado ou a Visão. Também gosto de comprar o Expresso, mas como raramente tenho tempo para o ler, deixei de o comprar.

6. Quais os teus géneros literários preferidos?
Fantasia épica. Romance policial. Aventura. Mas vou lendo de tudo.

7. Lês um livro de cada vez ou consegues ler vários em simultâneo?
Um de cada vez. É mais produtivo.

8. Terminas sempre um livro que começaste a ler?
Não acontece muito frequentemente, mas já aconteceu.
9. Os teus pais liam para ti quando eras mais pequeno?
Sim. Alguns livros da Rua Sésamo que eu tinha (ainda tenho) e outras histórias infantis, na hora de deitar. E como eu nunca queria ir dormir, odiava quando o livro chegava ao fim.

10. Já leste para os teus sobrinhos, primos ou alguém mais novo?
Acho que não.

11. Qual a tua opinião entre ler livros em papel versus dispositivos eletrónicos? A tua opinião mudou nos últimos anos?
Para mim, livros são em papel e ponto final. Para além de que prateleiras cheias são sempre muito mais bonitas!
Odeio ler em computadores/tablets/wtv, seja mails, blogs, notícias... Não gosto de ler no pc e se forem textos enormes, é um esforço tremendo, aquele que faço. 

23.2.14

Coisas que me lembrou enquanto estive a ler os 353 posts em atraso

  1. Não sei se já referi que estou a viver numa residência mista para estudantes. O ambiente até é bom, mas há de tudo! (inspirado por este post dos coelhos)
  2. Desde o início do ano só desfiz a barba duas vezes. Não porque ela demora tanto tempo a crescer, mas porque sou apanhado pela preguiça e não me apetece perder tempo com isso, até porque é algo chato. Mas, verdade seja dita, até me gosto de ver com a barba por desfazer. (inspirado por este post do silvestre)
  3. Isto de dividir quarto tem que se lhe diga. Para mais quando o colega se levanta meia hora antes de mim e depois anda para aqui a (tentar não) fazer barulho. É horrível, porque eu sou uma pessoa que se me quero levantar às 9.30, põe o despertador para as 9.20, só para poder adiar por mais 10 min. Preciso disso para ser feliz, mas com ele no quarto já acordado, não dá! E este semestre, ele tem-se levantado sempre mais cedo que eu! (inspirado pela frase deste post do silvestre)
  4. Deveria dedicar um post à minha experiência pelo manhunt (sim, que também já tenho um, foi uma das primeiras coisas que fiz este ano, tipo, literalmente, foi na madrugada do dia 1, estava aborrecido) (inspirado por este post do Ricardo)

22.2.14

Algo que me surgiu ontem de repente

Só para verem o quão saudosista eu sou, só para terem a noção do quanto eu penso no passado.
Estava eu a ler um livro, já quase a chegar ao final, e a pensar em como tudo tinha começado, no quanto as personagens tinham evoluído e como eu sentia falta daqueles momentos em que as coisas estavam melhores que estavam naquele ponto da história, mesmo que, depois, algo de muito melhor acontecesse.
E a minha vida é também assim, uma constante lembrança do que já foi, olhos que apenas olham para o que conseguem ver e não para o nevoeiro denso, em território incerto e desconhecido.

Tirar ou não tirar... a carta

A minha tia disse que ajudava os meus pais a pagarem-me a carta, no Verão, a cena é que eu acho que não estou muito interessado em passar o meu Verão a fazer isso, tendo em conta que é só um mês de férias e tal...
Isto veio a propósito de a minha mãe lhe ter dito que eu queria ir para o ginásio, mas que não dava nesta altura, porque havia muitas despesas e o dinheiro não chegava para tudo. A minha tia disse que nisso não ajudava, mas que ajudaria na carta, para falarmos com ela. Deus sabe o quanto ela tem ajudado! É a avó que eu nunca tive, no sentido, de me deixar fazer todas as maluquices, de me levar desde pequeno de férias para a praia e que me conhece melhor do que eu suspeito! 
Enfim... 
A minha mãe manda-me correr, mas eu odeio correr, por isso vou sendo sedentário. Pelo menos vou todos os dias a pé para a faculdade, ou quase todos. 
Voltando à carta, eu não preciso muito dela aqui em Lisboa, até porque não iria ter carro. Lá, na terra, sujeito-me às boleias que me queiram dar... 
A propósito disso, passei lá a semana passada, a única semana que tive de férias e, sinceramente, já não gosto muito daquilo. Não sei, já estou demasiado habituado a estar relativamente sozinho, em Lisboa, que me sinto estranho quando vou a casa. Mas eu sou um pouco complicado, penso demasiado nas coisas e isso é mau. 
Estou a gostar da faculdade. Creio estar a gostar do curso. Não sei bem, nunca sei o que responder se era o que estava à espera, porque não sei o que estava à espera, para ser honesto. Só chumbei a uma cadeira por desleixo e por desleixo tirei notas miseráveis, contudo a matéria é interessante! 
Era isto... Até à próxima. 

17.2.14

Para os senhores que mandam nos canais de televisão (que, obviamente, me lêem) e fazem com que as séries sejam renovadas ou canceladas

É muito bom quando uma série tem sucesso: é bom para o canal, que ganha imenso com isso; é bom para os actores, que continuam a ter o seu trabalho assegurado e reconhecido e é bom para o público, que acaba por ter uma espécie de segurança, isto é, sabem que a sua série não está em risco de ser cancelada de um momento para o outro, sem um final decente.
Isto é tudo muito bonito, o problema é quando se aproveitam do sucesso de uma série, para a estender até cansar. Custa-me dizer isto, mas eu estou cansado de algumas das séries que antes adorava e custa-me exactamente por isso! E depois, também me custa, porque a série foi perdendo qualidade e já não tem aquele "cheiro" a novidade, já não tem aquele tom diferente, porque, entretanto, já se fizeram mais uma dezena de séries do mesmo tipo e algumas até são melhores.

15.2.14

Porque é que eu não gosto do Dia dos Namorados (ou de qualquer outro dia dedicado a qualquer outra coisa qualquer)

Quando chega a altura do Dia dos Namorados, há sempre uma separação entre os casais e os solteiros em que, geralmente, os primeiros partilham a sua felicidade com todo o mundo e os outros partilham o seu "ódio" por este dia sendo acusados injustamente de terem inveja
Eu incluo-me no grupo daqueles que partilham do ódio pelo Dia dos Namorados, mas não acho que tenha inveja. Ou talvez até tenha um bocadinho, já lá vamos.
O Dia dos Namorados (bem como qualquer outro dia) tornou-se numa celebração demasiado comercial, com muito alarido à sua volta. Eu sou uma pessoa que cria altas expectativas com muita facilidade, pelo que, ver todos aqueles anúncios sobre os casais românticos me deixa com uma certa inveja, mas, tanto é com o Dia dos Namorados, como com o Natal, ou a passagem de ano... Portanto, não é verdadeiramente a inveja pela coisa em si, isto é, não é a inveja de não ter um namorado, mas a inveja de não ter momentos perfeitos como aqueles que passam na televisão. (E para mim, isso não é algo a que se possa chamar inveja, no sentido literal da palavra.) 
Para mim, isto é um problema que começa com todas aquelas concepções que crio quando vejo televisão, com os anúncios que me dizem que este ou aquele momento tem de ser vivido desta maneira, porque assim é que se vive a vida ao máximo e se consegue ser feliz, verdadeiramente feliz, estupidamente feliz. E eu, longe de estar feliz, acredito nisso e desiludo-me quando as coisas não acontecem dessa maneira.
Contudo, no caso específico do Dia dos Namorados, é um pouco mais que tudo o que já disse. 
O amor é lindo, deve ser um dos sentimentos mais incompreendido e que mais sofrimento e felicidade traz ao mesmo tempo, de modo que, eu acho fantástico, quando duas pessoas estão juntas e se amam: os seus dias são muito mais coloridos e as suas vidas têm um propósito! Para além disso, o amor é uma luta constante, diária, é uma chama que não se pode deixar apagar, tem de ser atiçado todos os dias, com gestos, pequenos, grandes, mas é um trabalho diário e não de um só dia. 
Dito isto, qual o objectivo de celebrar um dia (que já não tem nada que ver com a sua origem) dedicado ao amor, quando o amor é para ser celebrado todos os dias?
Assim sendo, o Dia dos Namorados não é mais do que uma afronta a todos aqueles que estão sozinhos, que não tiveram a sorte de encontrar a sua cara metade, que até vivem bem sozinhos durante o resto do ano, a par da felicidade dos casalinhos, mas que, chegado a este dia, têm de levar com as lamechices e com as acusações de inveja dos casais, relembrando-os de que o amor ainda não lhes bateu à porta. 
Muito obrigado, sim?

12.2.14

Ultimamente, tenho desiludido várias pessoas com algumas revelações sobre mim.
Não tenho bem a certeza se eram elas que tinham uma imagem minha que não correspondia à realidade ou se sou eu que, ultimamente, tem andado a fazer coisas que nunca tinha pensado fazer.

7.2.14

Tempo para respirar

Finalmente tenho algum tempo para respirar. Janeiro foi um mês horrível, muito estudo e tal. Das 5 cadeiras, passei a 4 e acho que vou chumbar à outra que me falta. Isso eu já sabia, já estou à espera, ficarei surpreendido se conseguir passar.
Agora vou passar uma semana de férias em casa, montes de tempo disponível para ver séries, ler, actualizar-me nas leituras dos blogs e... pensar.