10.10.13

He's out there, up there

O que mais me custou, foi ver a urna ser descida para o seu destino final.
Mantive-me calmo durante todo o velório, ao contrário das minhas primas que choravam imenso sempre que iam à casa mortuária e viam lá o caixão fechado e estavam com as mães (irmãs do meu tio, incluíndo a minha). No entanto, ver aquela cena fazia com que tudo fosse real e não apenas um sonho, como todos desejavamos que fosse; nesse momento, chorei, agarrado à minha mãe. Até àquele momento, sempre tive a esperença, ainda que absurda, de que se tinham enganado, como, aliás, já o tinha dito, mas depois daquele momento não havia volta a dar, era o selar de um destino, de uma vida, se preferirem e forem como eu, que não acreditam no destino.
Não acredito em céu nem em inferno, contudo, não posso evitar pensar que ele está "lá em cima" a olhar por nós todos, que ele é uma dos milhões de estrelas que repousam no firmamento e que iluminam as nossas vidas. Eu sinto que é absurdo, mas, ainda assim, é algo que me reconforta! Consigo perceber, agora, algumas crenças que as pessoas têm...

1 comentário:

Kyle Phillipe disse...

os meus pêsames Adam...
Vais ver que ganhaste um guardião :)