30.10.13

30 Seconds To Mars




Na segunda-feira, foi no Chiado. Fotografias da minha autoria. 
Na terça-feira, foi no Pavilhão Atlântico, com a Fernanda. Foi um grande concerto, eles são fantásticos ao vivo!

22.10.13

Do you remember when we were happy?
Before all the trouble, before the world, when we were just us? 

Hoje estou nostálgico e sinto-me sozinho.
Comecei a chorar do nada...
Acho que isto se deve à visita dos meus pais. Vieram cá hoje, estivemos juntos duas horas e depois eles tiveram que ir. Não sabia que sentia assim tantas saudades, até porque falamos todos os dias. No 1º de Novembro vou a casa passar o fim de semana.
Com tudo o que aconteceu, ainda não partilhei como está a ser a estada em Lisboa e a Universidade, também não é hoje, mas não quero que pensem que está a ser má só por este episódio, porque é mentira.
Até à próxima.

10.10.13

He's out there, up there

O que mais me custou, foi ver a urna ser descida para o seu destino final.
Mantive-me calmo durante todo o velório, ao contrário das minhas primas que choravam imenso sempre que iam à casa mortuária e viam lá o caixão fechado e estavam com as mães (irmãs do meu tio, incluíndo a minha). No entanto, ver aquela cena fazia com que tudo fosse real e não apenas um sonho, como todos desejavamos que fosse; nesse momento, chorei, agarrado à minha mãe. Até àquele momento, sempre tive a esperença, ainda que absurda, de que se tinham enganado, como, aliás, já o tinha dito, mas depois daquele momento não havia volta a dar, era o selar de um destino, de uma vida, se preferirem e forem como eu, que não acreditam no destino.
Não acredito em céu nem em inferno, contudo, não posso evitar pensar que ele está "lá em cima" a olhar por nós todos, que ele é uma dos milhões de estrelas que repousam no firmamento e que iluminam as nossas vidas. Eu sinto que é absurdo, mas, ainda assim, é algo que me reconforta! Consigo perceber, agora, algumas crenças que as pessoas têm...

5.10.13

Que descanse em paz

Cheguei à minha cidade, aquela onde cresci, e havia tanta coisa diferente. Parece que o mundo continuou a sua marcha, acompanhando o inexorável avançar do tempo, sempre para a frente e nunca para trás. Nós, somos nada, somos pó! Do pó nascemos e a ele regressamos.
Quando a minha avó morreu (em Dezembro de 2012) reagi bem à situação, ou seja, aceitei a sua morte, porque já tinha tido uma vida cheia e completa e agora estava a sofrer enquanto definhava lentamente. Claro que não deixei de pensar na morte e no quão repentina ela era. Tinha sido a primeira morte na família, desde que eu me entendia e já tinha capacidade para pensar.
Hoje, 11 meses e 1 dia depois da morte da minha avó paterna, morreu o meu tio materno.
Na família da minha mãe há um historial de problemas de coração, a mãe dela morreu por causa disso, um primo dela fez um transplante de coração, ela também e o meu tio também, há um mês e pouco, depois de longos meses passando semanas no hospital e um ou outro dia em casa.
O transplante correu bem e ele estava a recuperar, mas, há duas semanas, o intestino perfurou e ele teve de ser operado de urgência. Estava a recuperar...
Tinha problemas de rins, que não estavam a funcionar e, por isso, tinha de fazer hemodiálise, e tinha o fígado muito afectado devido à medicação, pelo que se estava a falar em fazer um transplante de fígado. Seria arriscado, mas sem isso ele não iria aguentar muito mais tempo. Uma ou duas semanas, disse a médica. Aguentou uma semana.
Ontem, a minha mãe foi lá vê-lo, pela primeira vez. Disse que ele estava debilitado, mas até estava animado...
Tinha 38 anos, feitos a 1 de Setembro, e deixa dois filhos ainda demasiado pequenos para perder um pai. Ele, de resto, ainda era muito novo para partir; era o mais novo dos cinco irmãos.
Eu não sei o que sentir... Sinto-me tão pequenino e vejo um mundo enorme e cruel à minha volta. Sinto que a vida é injusta e que ele não podia ter morrido, mas sei que estou a ser parvo, porque a vida é mesmo assim.
Penso que eles ainda vão mudar de ideias e dizer que se enganaram e afinal ele está vivo. Tenho vontade de chorar sempre que olho para a minha mãe e a vejo com os olhos húmidos ou sempre que penso nos meus primos e na minha tia, que perderam um pai e um marido.

1.10.13

Eu já tenho 18 anos, o que significa que já posso ver todos os blogs. YAY!

P.S: Post número 900!!