25.4.12

Ódios Linguísticos II


Depois, vem a palavra pó... Que costuma ser utilizada da seguinte maneira: "A pó, afectou-me a garganta.". Ainda não consegui perceber de onde vem o "a" antes de pó, porque não faz sentido nenhum! A palavra é do género masculino!
Quando ouço isto dá-me vontade de agarrar a pessoa e abaná-la violentamente, até ela perceber que pó é masculino e como tal, antes tem de vir um artigo definido masculino.

Adenda: Eu não sou uma pessoa violenta, no dia-a-dia.

Nota Rápida sobre o 25 de Abril

"O 25 de Abril tem autores, mas não tem donos."

24.4.12

Ódios Linguísticos I

A maneira lambrega de se dizer umbigo: "imbigo", faz-me rir imenso e ao mesmo tempo dá-me uma vontade de esbofetear a pessoa por assassinar tão brutalmente a Língua Portuguesa.

Adenda: Eu não sou uma pessoa violenta, no dia-a-dia.

Twitter Moment XVI ou A embirração com a palavra que designa o filho dos reis

Desde a escola primária que a palavra príncipe me causa problemas nos ditados e na escrita normal (aqui só escrevi bem por causa do corretor)...
Pelo que, normalmente, nunca sei se é príncipe ou princípe.

23.4.12

Dia Mundial do Livro

Da esquerda para a direita: "Meditações" - Oscar Wilde;
"O Gato Preto" e "O Corvo" - Edgar Allan Poe.
Deitado: "A Loucura" - Mário de Sá-Carneiro
Dois eurinhos cada livro =) 

P.S: A má qualidade da fotografia é culpa das pilhas da máquina fotográfica. Sim, das pilhas, porque estavam descarregadas e tive de tirar com a webcam através do Blogger (isto tem cá umas funções interessantes!).

Dou-vos música agora...

... que daqui a bocado já posto aqui qualquer coisinha sobre o meu Dia Mundial do Livro.
Para já, esta música que me dá vontade de mexer como se não houvesse amanhã. Eu já estou fã dela!


22.4.12

21.4.12

Florbela

Ora, Quinta-feira fui ao cinema ver "Florbela" e devo dizer que é fantástico!
Fez-me querer lê-la, tentar perceber a sua angústia... E, por isso, o objectivo do filme estava cumprido: segundo o realizador (sim, porque ele esteve lá!), o objectivo era mostrar uma Florbela Espanca com que nos pudessemos relacionar, uma Florbela mais emocional e menos centrada nas suas tentativas de suicídio.
E foi muito interessante ouvir falar da forma como o filme foi feito, alguns pormenores e cenas cortadas... Como aquela em que o Albano Jerónimo iria aparecer todo despidinho amando a sua Bela!

E olhem que o senhor Vicente Alves do Ó não é nada de se deitar fora!

18.4.12

Music to Wake Up #8

[Ana Carolina e Seu Jorge - É isso aí]

Não tenho por hábito ouvir (e muito menos gostar) de música brasileira, mas esta... Esta é especial!
E foi assim que acordei hoje :)

Music to Wake Up #7

Ontem acordei com isto...

[Morcheeba - Otherwise]

Conheço esta música à anos, desde a altura em que a novela "Saber Amar" passou na TVI e só agora descobri que era dos Morcheeba!!

Music to Wake Up #6

Comecei a semana a ouvir isto...

[Norah Jones - Sunrise]


Planos para amanhã à noite...

Bilhetes para ir com a família ver "Florbela"

17.4.12

Ranhosices!


Quando estou naqueles dias em que tenho a necessidade constante de me assoar, chego a um ponto em que ando com carradas de pacotes de lenços atrás... Um na mochila, um no bolso do casaco e o outro (o que está completamente cheio) porque não tinha nenhum dos anteriores à vista!

13.4.12

Diálogo muito pouco inteligente

Miúdo do 5º ano: Tu és homossexual? É que as raparigas dizem que sim...
Eu: Sim, sou...
Miúdo do 5º ano: A sério?! Não és nada! És tão fixe!!
Eu: *dá impulso para a frente e começa a nadar*

10.4.12

Isto sou eu, a escrever-vos da Biblioteca Municipal, cujos computadores têm ratos com bola. Lembram-se deles?!

Isto custa tanto a mexer...

9.4.12

E acabaram-se!

Acabaram-se as férias e, portanto, vou ter de reduzir as minhas vindas aqui... Tentar reduzi-las ao fim-de-semana é o objectivo, vamos ver se é cumprido!

Despesço-me com uma música muito gira, que já conhecia, mas só Sábado é que reparei na letra...



Nine Million Bicycles - Katie Melua

There are nine million bicycles in Beijing
That's a fact
It's a thing we can't deny
Like the fact that I will love you till I die

We are twelve billion light years from the edge
That's a guess
No-one can ever say it's true
But I know that I will always be with you

I'm warmed by the fire of your love everyday
So don't call me a liar
Just believe everything that I say

There are six billion people in the world
More or less
And it makes me feel quite small
But you're the one I love the most of all

We're high on the wire
With the world in our sight
And I'll never tire
Of the love that you give me every night

There are nine million bicycles in Beijing
That's a fact
It's a thing we can't deny
Like the fact that I will love you till I die

And there are nine million bicycles in Beijing
And you know that I will love you till I die

7.4.12

4.4.12

E é por isto que este é o casal mais lindo que por aí anda!

Um tweet do Neil Patrick Harris com o seu mais-que-tudo David Burtka

Regras da Alta Sociedade das Tias de Cascais

Acabei de ensinar a minha mãe onde e quando se deve utilizar a palavra piquenah, de acordo com *ler título, que eu sou preguiçoso*.

Piquenah usa-se quando nos referimos a alguém:
-Olhe só aquela piquenah... Tão mal vestida!


Piquenah não se usa quando nos referimos à infância de alguém:
-Quando eu era piquenah...
Deve antes usar-se outra expressão: - Quando eu era mais novinha...


Olhem só os meus novos meninos...

Encomendei este livro e...

...de oferta recebi estes dois!



















Assim vale a pena comprar =D

3.4.12

Divagações sobre a roupa

Andei a ver o meu guarda-roupa para o Verão e cheguei à conclusão de que preciso mais cor na minha roupa de modo a que me sinta mais em cima...
Ahh, e preciso de mais roupa amarela!
Aii! +.+

Bastou ouvir aquele estalar característico depois de as ter chupado ligeiramente, para me por um sorriso nos lábios, de orelha a orelha...

Tanto que agora ando sempre a caminho da cozinha para ir buscar uma amendoazinha de chocolate, isso irrita tanto a minha mãe que ela já me disse para trazer o pacote para o meu quarto!
Mãe, eu acho que isso não é boa ideia se quiseres que haja amêndoas pelo menos até amanhã...

De qualquer maneira, a pergunta que fiz no ano passado ainda está sem resposta!

Twitter Moment XIV

Alguém me explica como é que é suposto eu saber o que as outras pessoas comentaram nos outros blogs onde eu comentei, se a opção de "Subscrever comentários" desapareceu? É que, às páginas tantas, já não sei onde comentei.

2.4.12

Leituras do Mês de Março

Sinopse: 
Tendo como pano de fundo as polémicas eleições americanas de 2000, As Loucuras de Brooklyn conta-nos a história de Nathan e do seu sobrinho Tom. Divorciado e afastado da sua única filha, Nathan procura apenas a solidão e o anonimato. Por seu lado, o atormentado Tom está a fugir da sua em tempos promissora carreira académica e da vida em geral. Acidentalmente, acabam ambos a viver no mesmo subúrbio de Brooklyn, e juntos descobrem inesperadamente uma comunidade que pulsa de vida e oferece uma súbita e imprevisível possibilidade de redenção. 
Sob a égide de Walt Whitman, desfila neste livro toda a dimensão e multiplicidade de Brooklyn: os personagens típicos de bairro, drag queens, intelectuais frustrados, empregadas de cafés decadentes, a burguesia urbana, tudo isto sob o olhar ternurento que Auster lança da mítica ponte de Brooklyn, sem contudo deixar de orquestrar romances improváveis e diálogos hilariantes, e considerar experiências tão extremas como o casamento entre uma actriz pornográfica e um fanático religioso.
As Loucuras de Brooklyn é o mais caloroso e exuberante romance de Paul Auster, um hino inesquecível às glórias e mistérios da vida comum.

A minha opinião: 
Este livro é como é dito na sinopse, "um hino inesquecível às glórias e mistérios da vida comum". Fala de vidas comuns, de histórias de famílias normais, de casamentos, de divórcios, das banalidades do dia a dia e é bastante interessante por isso! Li metade do livro de um só fôlego e só não continuei a ler porque o tempo me faltou, caso contrário teria demorada muito menos tempo a acabá-lo.
Lê-se muito bem e é fantástico quando nos "perdemos" na vida das personagens, quando nos "perdemos" na sua história... Ás vezes pode parecer um bocado irreal, mas se virmos os programas vespertinos, vemos histórias muito semelhantes e também complicadas... 
Trata-se da história da vida comum, mas contada de uma maneira especial, com um tom irónico e, por vezes, mordaz; um livro inteligente.

Sabem o que aconteceu da última vez que um povo acreditou num arbusto (bush)?
Passaram 40 anos a vaguear no deserto. 
in As Loucuras de Brooklyn (Paul Asuter)

I'm proud to say...

...que já acabei de ler dois dos 4 livros que estava a ler! Lembram-se, aqui?
Vou começar a ler o último volume do "Ciclo Herança" e a estudar convenientemente "Os Maias", que é o que vou fazer daqui a pouco para o 2º capítulo!

Sobre o livro do Paul Auster, daqui a pouco já faço um post a explicar porque é que toda a gente deveria ler aquele livro.

1.4.12

Não sei porquê...

...mas o "Coyote Ugly" é o meu filme favorito! E a banda sonora?! +.+



E o par romântico da actriz principal? É tão fofinho e tão lindo, que só apetece apertar as bochechas e levá-lo para casa!!