7.1.10

Crianças

Todos os dias me deparo com crianças (não quero apelidá-los de jovens...) com diferentes temperamentos, características, com diferentes formas de encarar a vida. Essas crianças cresceram (não precocemente), mas talvez não tiveram oportunidade de ser pequenas. Ou então é o desejo de serem adultos e terem a sua própria liberdade, ignorando que a sua liberdade acaba quando a do outro começa.
Opto pela segunda ideia, visto que vi muitas crianças inocentes transformarem - se em crianças cruéis. As crianças (de hoje?) são cruéis! [Não que eu não seja melhor ou pior, maior ou menor..., mas faz bem analisar - mos a situação em que vivemos, analisar aquelas [as crianças] que serão os adultos de amanhã.
Querem crescer a todo o custo, querem parecer adultos porque isso lhes dá o poder de menosprezarem os outros e de os inferiorizar. Hoje em que podem crescer devagar, com tudo o que a vida lhes tem para oferecer sem terem que passar necessidades (alguns...).]
O mais cruel é quando dizem verdades num tom de escárnio para inferiorizar os outros e para se regozijar diante dos amigos. É que hoje a estrutura hierárquica entre os alunos está bem definida e o que mais menospreza é o rei.
(O tema global para Área Projecto do ano passado foi o Bullying... De que serviram os trabalho feitos?)
O pior é que os pais nem sabem o que têm em casa e se soubessem, adiantaria?

Porque simplesmente não podemos ser todos iguais, todos diferentes?
Porque tem de existir sempre aquele que gosta de menosprezar os outros?, num acto que serve para mostrar ao resto dos amigos que é fixe.

Por isto e muito mais não quero apelidar a minha classe etária de Jovens.

[E tudo porque eu sou o 'Corcunda de NotreDame' e alguém se lembrou de me avivar a memória...]

1 comentário:

Esme disse...

sinceramente, nunca reparei nas tuas costas :D